Biorrefinaria brasileira incorpora a blockchain em sua cadeia produtiva de açúcar



No radar de empresas dispostas a lançar mão do desenvolvimento do controle de suas cadeias produtivas, a blockchain acaba de ser adotada pela Uisa, uma das principais refinarias do Brasil. A empresa de Mato Grosso anunciou na última semana que vai adotar a tecnologia disruptiva nos processos de produção e controle de seus bioprodutos, o que vai começar pelo Açúcar Demerara Itamarati, uma das marcas do portfólio de alimentos da Companhia. 

De acordo com a empresa, a blockchain vai proporcionar transparência, eficiência e segurança à cadeia produtiva da Uisa e de seus parceiros e acrescentou que a tecnologia permite a automatização do controlo de todas as atividades realizadas durante a produção. 

No caso do açúcar, o consumidor poderá acessar informações completas sobre plantio e colheita da cana e demais etapas da produção por meio de um QRCode impresso nas embalagens. A Uisa informou ainda que trabalha para avançar com a blockchain por todo seu portfólio. 

“A postura sustentável é cada vez mais valorizada por todos. Acreditamos que com esse diferencial vamos atrair novos consumidores para o Açúcar Itamarati”, disse o  CEO da Uisa, José Fernando Mazuca.

A biorrefinaria também informou que a blockchain vai contribuir para os processos de certificações ESG (sigla em inglês para as práticas Ambientais, Sociais e de Governança) e para a possível tokenização de ativos da empresa, incluindo a compensação de pegada de carbono. 

Segundo a empresa, o projeto foi realizado por uma equipe multifuncional formada por técnicos da diretoria de tecnologia, automação e inovação da Uisa, e mais dois sócios tecnológicos, o Google Cloud e a IT Lean, consultoria especializada em tecnologia. 

“Estamos investindo cada vez mais em novas tecnologias como Blockchain, pois acreditamos no potencial dos nossos clientes e queremos ajudá-los no processo de transformação digital”, disse o CEO da IT Lean, Bira Padilha.

No interior de São Paulo, um produtor de café também decidiu usar a tecnologia blockchain para o controle e rastreamento da cadeia produtiva dos grãos do café  Minamihar, que teve as primeiras sacas exportadas para o Japão já com a tecnologia blockchain, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

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