República Centro-Africana quer tokenizar os recursos naturais do país



A República Centro-Africana (RCA) anunciou planos para prosseguir com seu ambicioso Projeto Sango, tokenizando o acesso aos abundantes recursos naturais do país. O presidente Faustin-Archange Touadéra postou uma foto de um comunicado em sua conta oficial do Twitter na quinta-feira detalhando os próximos passos do projeto. 

A declaração, assinada pelo ministro de Estado e chefe de gabinete Obed Namsio, dizia, em parte: 

“Estamos dando a todos acesso às riquezas de nossa terra. Em outras palavras, estamos transformando-os em ativos digitais igualmente valiosos e importantes por meio de um novo movimento administrativo e econômico sem precedentes”.

O documento acrescentava que Touadéra pediu ao parlamento que elabore uma nova estratégia para criar oportunidades de investimento na economia do país.

A RCA, que em abril se tornou o segundo país do mundo a adotar o Bitcoin (BTC) como moeda legal, apresentou o Projeto Sango no mês passado. No site do projeto, afirma -se que o Banco Mundial aprovou um fundo de desenvolvimento de US$ 35 milhões para um hub de criptomoedas Sango no país – embora o Banco Mundial tenha declarado que não apoiará a iniciativa .

A criação de uma estrutura legal para tokenização de recursos é um elemento-chave do Projeto Sango, juntamente com o estabelecimento de e-residency (cidadania digital)  para investidores, infraestrutura de crowdfunding e o hub Sango – o chamado metaverso Crypto Island. A RCA possui reservas de ouro, petróleo, ferro, diamantes, cobre, urânio, ródio, calcário, cobalto, manganês e outros minerais.

Os benefícios de lançar o Bitcoin como moeda legal na RCA foram questionados devido à fragilidade do estado e ao baixo nível de desenvolvimento do país. Apenas uma pequena minoria de moradores tem acesso à internet ou eletricidade.

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