Brasileiro que trabalhou na NASA lança plataforma com criptomoeda integrada para intermediação de jogos online



Wanderley Abreu Júnior, um engenheiro mecatrônico brasileiro que conseguiu invadir os sistemas da  Agência Espacial dos Estados Unidos, a NASA,  quando tinha apenas 17 anos, promete agora ingressar sem aventuras no bilionário mercado de jogos em blockchain. O engenheiro, que acabou trabalhando para a NASA e acumula passagens pelas agências espaciais da Europa e do Japão, está à frente da Storm Group, uma das grandes empresas de tecnologia do país, que anunciou o lançamento da plataforma blockchain de intermediação de jogos online MatchBet.

“A MatchBet foi desenvolvida, primeiramente, para democratizar o mercado de games online. O conceito da plataforma é intermediar disputas de games online competitivos de habilidade, entre usuários ou time de usuários, onde eles só podem apostar em si mesmos, em jogos já amplamente difundidos no mercado mundial de games, externos à blockchain, tais como FPS, Battle Royale e MOBA, como: LOL, CSGO, DOTA2, PUBG, etc., utilizando para a isso o nosso criptoativo, a Betcoin ($BET). E, em um curto espaço de tempo, jogos incluídos pela MatchBet e outros que os próprios usuários poderão incluir em seus perfis.
Essas disputas entre os usuários podem ser feitas em jogos de consoles ou em jogos para PC e, futuramente, na plataforma mobile.

Desse modo, para que isso funcione da melhor maneira, a MatchBet desenvolveu um sistema de reconhecimento de vitórias único no mercado, registrado, que atua em tempo real, com duas etapas de verificação. E, além disso, diversos mecanismos que praticamente impossibilitam qualquer tipo de fraude. Portanto, dinâmico e muito seguro”, descreve o whitepapper do projeto. 

De acordo com o CEO da desenvolvedora, o projeto prevê o lançamento de uma criptomoeda nativa, a Betcoin ($BET), que estará disponível para trading, mas que também será o token envolvido nas disputas entre os gamers, segundo o que explicou Wanderley em um vídeo no YouTube.

“Apesar desse mercado ser bastante atrativo, com lucros imensos, eu nunca acreditei muito nisso, principalmente porque não via muita segurança nesse negócio, sempre me pareceu algo muit especulativo. Então eu resolvi usar a minha expertise em tecnologia e trabalhar exatamente nos pontos que me incomodavam, daí nasceu a  MatchBet e, com ela, a Betcoin ($BET), uma moeda conectada a uma plataforma de jogos online”, disse.

O engenheiro também foi taxativo ao falar sobre os riscos de investimentos e potencial de ganhos:

“Eu, como líder desse projeto, respondo: ‘Vai render muito’. E você minimiza o risco porque ela não é uma [cripto] moeda baseada apenas em especulação, pelo contrário,  a Betcoin é uma moeda protegida pela MatchBet, plataforma online de apostas de jogadores que permite que gamers comuns e você se divirtam, ao mesmo tempo ganhem bastante dinheiro”, acrescentou.

O empresário frisou que esta não é a única possibilidade de ganhos na plataforma argumentando que:  

“Eu sei que nem todas as pessoas têm tempo e gostam de jogar online, por isso a Betcoin funciona como uma moeda de mercado, ou seja, quanto mais gamers entram na plataforma, mais a Betcoin se valoriza e quem compra primeiro, claro,  compra mais barato e recebe mais com a valorização ao longo do tempo. Na verdade, ao comprar uma Betcoin, você se torna dono de um pedaço da MatchBet, é como se você estivesse comprando ações de uma empresa. Você compra a Betcoin e quanto mais pessoas usam, mais você ganha.”

Ele disse ainda que a maior parte do projeto já está concluída, o que segundo ele representa três anos de trabalho com investimentos privados.

A  MatchBet faz parte de um mercado em expansão já que os jogos em blockchain movimentaram cerca de US$ 5 bilhões em 2021, o que ainda representa uma pequena fatia, apenas 3% da indústria de jogos, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

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