Especialista dá 4 dicas para não perder dinheiro em criptomoedas como a LUNA



Recentemente, o mercado de criptomoedas testemunhou o fim de um projeto que para muitos parecia promissor: o criptoativo Terra (LUNA), hoje conhecido como Terra Classic (LUNC).

Seus investidores viram seu capital investido nesse projeto se reduzir a praticamente zero dentro de poucos dias, o que lembrou muitas pessoas dos riscos de se investir em criptomoedas. Além disso a ‘falência’ do projeto levou todo o mercado de criptomoedas a perder mais de US$ 1 trilhão em valor.

Para evitar perder dinheiro em projetos como esse o Cointelegraph conversou com o gerente de Produtos da Coin Cloud Brasil, Wendel Smith, que deu algumas dicas sobre como diminuir o risco de grandes prejuízos com criptomoedas.

4 dicas para não perder dinheiro em criptomoedas

Entenda o básico sobre criptomoedas

Smith aponta que a primeira dica é entender o básico de como uma criptomoeda funciona.

“Se você não entende como uma criptomoeda funciona você não deveria estar colocando o seu capital em risco nessa classe de ativo. Idealmente, todo investidor deveria entender o mínimo sobre como as criptomoedas Bitcoin e Ethereum funcionam para usá-las de parâmetro para comparar os demais projetos no mercado, uma vez que elas são os dois principais projetos na atualidade”, disse.

Ele aponta que isso é fundamental, pois criar e configurar uma carteira de criptomoedas, comprar e vender e realizar uma transação no blockchain são ações que todo investidor de criptomoedas tem que estar familiarizado.

Entender os diferenciais dos projetos

Depois de entender o mínimo sobre as principais criptomoedas, o especialista destaca que é importante que todo investidor entenda o motivo de aquela criptomoeda diferente que ele se interessou existir e também como a equipe do projeto pretende entregar essa solução. 

Todo projeto possui um documento chamado whitepaper que explica todos os detalhes do projeto, que vai desde a motivação para sua criação, detalhes técnicos, distribuição das criptomoedas e equipe responsável.

“Alguns pontos para ficar atento nessa pesquisa são: existem projetos parecidos com esse no mercado ou ele é único? A forma como ele funciona tecnicamente é nova ou ele funciona igual a outros projetos estabelecidos? Qual o histórico profissional da equipe por trás do projeto?”, destaca

Atenção com projetos novos

O especialista aponta que depois de fazer uma pesquisa sobre uma determinada criptomoeda e constatou que ela existe há pouco tempo, usa uma forma inovadora de funcionar tecnicamente ou tem uma equipe com pouca experiência profissional ou histórico suspeito, o investidor pode achar que é uma grande oportunidade de participar de algo com muito potencial logo no seu início.

No entanto, é preciso atenção, segundo ele, pois isso pode ser verdade em alguns casos, mas é importante ter em mente que esse novo projeto ainda não provou ao mercado que ele é capaz de passar no teste do tempo.

“Falando do ponto de vista técnico do projeto, tudo que é novo traz consigo um novo risco de não funcionar conforme o esperado, e isso pode acabar por inviabilizar o funcionamento do projeto e resultar em prejuízos no futuro. Logo, quanto mais tempo um projeto tem, menor é o seu risco”, destaca.

Tenha uma boa gestão de risco

Depois de entender ao máximo um projeto e seus riscos e se convencer de alocar parte do capital nele, todo investidor, segundo o especialista, deve tomar essa decisão levando em consideração uma boa gestão de risco.

Portanto, o investidor , segundo Smith, deve ter em mente que, se é um projeto novo, há chances maiores de ele não dar certo se comparado a outros projetos mais consolidados, como o Bitcoin e Ethereum.

“Logo, a sua alocação dentro da sua carteira de criptomoedas deve ser menor comparada a esses outros projetos. Lembre sempre que a criptomoeda LUNA chegou a valer menos de um centavo depois de já ter valido mais de 100 dólares semanas antes. A sua alocação em projetos novos deve ser pequena o suficiente para te fazer dormir bem caso algo assim aconteça novamente”, finaliza.

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