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Especialistas apresentam alternativas de portfólio e revelam as 2 criptomoedas que não podem ficar de fora


Na tarde desta quinta-feira (4), durante a palestra “Um boost em meu portfólio” na Expert XP 2022, encontro mediado pela Estrategista de Ações no Research XP, Jennie Li,  a Head de investimentos alternativos da empresa de consultoria Eleven, Vivian Satie, e a Head de Criptoativos da casa de análise LevanteCorp, Luisa Pires, dissertaram sobre diferentes alternativas de investimento em criptoativos, pontuaram alguns como relevantes no impulsionamento do portfólio e salientaram a importância de os participantes do mercado observarem os bons projetos, principalmente durante o bear market (mercado de baixa).

Elas foram firmes ao incluir o Bitcoin (BTC) e a Ethereum (ETH) no rol dos criptoativos, de olho no próximo halving do BTC, em 2024, mas deixaram claro que outros projetos, como o que foi demonstrado nas últimas semanas pela rede cross-chain Polygon (MATIC), com ganhos que chegaram a 100%, têm potencial de sobreviver à evolução tecnológica.

“Eu acho que esses veículos, todos eles são bastante positivos para o mercado em geral, acho que eles vão dividir market share [participação de mercado], da carteira à locação de investidores, acho que vai muito do perfil do investidor. Quando a gente olha fundos de investimento, entrando no mercado tradicional e no mercado cripto, acho que há alguns benefícios: a facilidade de você ter um gestor, toda uma questão de custódia, com veículos regulados, a questão de auditoria independente em cima desses fundos. Então, se você olha a maioria dos fundos que a gente tem hoje, são regulados pela CVM [Comissão de Valores Mobiliários].

 Então a gente vê grandes benefícios nessa linha, é um veículo de começo, essa facilidade para fazer o investimento com as principais plataformas que a gente já tem no mercado tradicional, a porta de entrada pra ele [para o investidor principiante]”, disse Vivian ao ponderar que a variedade de índices aos quais replicam os diferentes fundos, o que deve ser observado pelos investidores uma vez que alguns são mais “apimentados” em relação aos riscos.

A executiva da Eleven ainda destacou os fundos negociados em bolsa (ETFs) como veículos “bastante interessantes”, que também possuem regulação, e com o diferencial da liquidez em relação a outros fundos, que possuem tempo de resgate maior, além da possibilidade de compra direta do criptoativo, no caso dos ETFs, com as garantias já existentes no mercado tradicional.  

Por sua vez, Luisa falou sobre um levantamento relacionado a diferentes percentuais, entre 1% e 10%, de Bitcoin dentro do portfólio dos investidores entre os anos de 2016 e 2020 e, com base nestas métricas, avaliou o que poderia ser a concentração atual de BTC entre diferentes tipos de investidores ao explicar que:

“Há um estudo bem interessante do CFA [Chartered Financial Analyst], que eu costumo comentar bastante sobre ele, do quanto a gente teria entre 2016 e 2020, da porcentagem que a gente teria dentro do nosso portfólio, sem fazer o rebalanceamento. O quanto de retorno, ele traria para o nosso portfólio, e aí ele coloca de de 1% a 10%… vamos supor aqui de 1% a 3%, que é o que seu assessor hoje deve indicar pra você. Um por cento entre 2016 e 2020 traria 39% de retorno nesses quatro anos, isso no portfólio de vocês, 2%  se tornariam 47% de sue portfólio e 3% se tornariam 82% do seu portfólio.

Então é absurdo o potencial de retorno e logicamente, se você olhar no médio e longo prazo, ele faz sentido para dar um boost [impulso] no seu portfólio. Quando a gente fala daquele clássico que separa em conservador, moderado e arrojado, eu faria isso hoje, se você quer aproveitar esse ciclo, aproveitando o próximo halving do Bitcoin, em 2024, eu indicaria 1% para o conservador, 2% para o moderado e 3% para o arrojado. Logicamente eu não estou falando que será tão exponencial, porque o mercado era outro [entre 2016 e 2020] naquela época.”

Da esq. para dir.: Vivian; Luisa, Jennie. Imagem: Expert XP

2022 é outra história

Jenni confrontou as convidadas argumentando que o cenário macroeconômico de 2022 é outro, com inflação estruturada, juros mais altos e menos liquidez, adversidades que, até então, não haviam sido enfrentadas pelas criptomoedas.

“Eu não falo que a gente vai ter toda esta exponencialidade [do passado], pelo menos acima  da inflação, acima do mercado, a gente vai ver nesse próximo halving. Eu sei que é muito provocante da minha parte falar isso, ma é muito mais no sentido de saber do potencial de que o estudo hoje é muito mais aprofundado, então eu acho que o mercado vai ter esse ponto de inflexão”, respondeu Luisa.

Vivian emendou dizendo que o atual momento é ideal para os investidores olharem para os bons projetos, que vão perdurar, que vão sobreviver ao atual momento ao explicar que:

“A gente, quando olha a alocação, a gente tende a olhar o investidor moderado com até 5% para ele começar a entender o que é isso, para ele saber que está investindo em um mercado em amplo desenvolvimento ainda, que é algo que tem seus riscos, mas tem seus benefícios. Obviamente a diversificação, começando porque já é internacional… o desenvolvimento tecnológico continua acontecendo. Apesar de os preços muitas vezes serem machucados, a gente vê muito projetos avançando  e o ecossistema crescendo como um todo, do ponto de vista tecnológico, as blockchains estão crescendo, você tem projetos enormes.”

“A Polygon, no meio disso tudo, nem sentiu o que estava acontecendo no mercado. Então, bons projetos, no meio disso tudo, é que vão se destacar. A Polygon subindo 100% num dia, 80% no outro. A gente fala do Bitcoin em si, mas bons projetos é o que vale a pena, no bear [na baixa] é que a gente vê o que vale a pena”, acrescentou Luisa.  

Quem também marcou presença na Expert XP 2022 foi o jovem investidor Richard Schäli, de 15 anos, que demonstrou não ter dúvidas em relação aos grandes projetos ao frisar que, quando se trata de investir em blockchain, vai direto nos grandes players, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

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