Mortes relacionadas ao consumo de ultraprocessados chegam a 57 milénio por ano no Brasil, aponta estudo
SAÚDE

Mortes relacionadas ao consumo de ultraprocessados chegam a 57 milénio por ano no Brasil, aponta estudo


Pesquisa realizada por especialistas da Universidade de São Paulo (USP) e da Instalação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta que os óbitos prematuras ligados ao consumo de víveres ultraprocessados chegam a 57 milénio por ano no Brasil. Isso abrange tapume de 10% das mortes de indivíduos de 30 a 69 anos registrados em 2019, ano da estudo.

Meios para conseguir mudar essa veras, pesquisadores relatam a preço de trabalhar políticas públicas para tornar os víveres saudáveis mais acessíveis para a população. Indicam ainda que os consumidores priorizem víveres orgânicos e que analisem os valores nutricionais nas embalagens antes de comprar comida.


Mercado. (Foto: Reprodução/Pexels)


No mês de outubro, uma lei no País instituiu a novidade rotulagem de víveres, para identificar produtos com valores grandes de açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio.

As conclusões da pesquisa, que foram publicadas nesta segunda-feira, 7, em cláusula publicado no American Journal of Preventive Medicine, apontam que 57 milénio das mortes ocorridas em 2019 estão relacionadas com o consumo de víveres ultraprocessados. O número abrange 10,5% do totalidade de óbitos de pessoas entre 30 e 69 anos ocorridas naquele ano (541,3 milénio) e a 21,8% das vítimas das chamadas doenças crônicas não transmissíveis (261,1 milénio).

Entre as mortes ligadas com a alimento inadequada, o foco principalmente se dá por razão de infarto e AVC (acidente vascular cerebral), explica o perito do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Saúde e Nutrição da Universidade de São Paulo Eduardo Nilson, que estava avante na pesquisa.

Isso porque, continua, ambas estão relacionadas com problemas de hipertensão. “Mas a questão do diabete também está presente, além da obesidade, da doença renal crônica”, afirma.

As novidades do estudo foram fruto de uma estudo profunda, feita ao longo do ano de 2022. O período foi preposto por conta da base dos dados para modelagem, mas a avaliação dos especialistas é que, ao longo dos anos seguintes, deve ter se mantido ou até piorado.

“A prenúncio não vai mudar com o tempo, a mudança vai ser no que a gente labareda de exposição, que é o quanto aquela questão de risco está relacionada com a população”, explica Nilson. “Isso vai ser representado pela quantidade de víveres ultraprocessados consumidos, e a gente sabe que vem havendo um incremento do consumo nas últimas décadas.”

Os víveres ultraprocessados, uma vez que salsicha, biscoito recheado e macarrão momentâneo, tiveram um espaço maior na mesa do brasílico nos últimos anos. Conforme pesquisas recentes, eles passaram a simbolizar tapume de 24% das calorias consumidas no País. Há tapume de 30 anos detrás, correspondiam a menos da metade que tinham unicamente 10% de participação calórica.

 

Foto destaque: Mercado. Reprodução pexels.



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