‘Perdeu, mané’ vira novidade música de fundador de Tá na hora do Jair; ouça
POLÍTICA

‘Perdeu, mané’ vira novidade música de fundador de Tá na hora do Jair; ouça


O compositor Juliano Maderada, do hit “Tá na hora do Jair já ir embora”, fez uma novidade música (ouça aquém), agora com a frase “perdeu, mané. Não amola” dita pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federalista) Luís Roberto Barroso nesta semana.

O hit “Tá na hora do Jair já ir embora”, feito por Maderada e Tiago Doidão, alcançou o primeiro lugar da lista das 50 músicas virais do Brasil, no Spotify, serviço de streaming de áudio, durante as eleições. A música afirma que já estava na hora do presidente Jair Bolsonaro (PL) ir embora do governo. A novidade música foi publicada no conduto do YouTube do compositor.

Na terça-feira (15), o magistrado foi novamente abordado por um bolsonarista enquanto caminhava em Novidade York, nos Estados Unidos, e rebateu o apoiador de Bolsonaro, que perdeu a disputa para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Perdeu, mané. Não amola”, disparou Barroso. A frase virou até meme entre os internautas.

Ê, meu Brasil. [risos] A ‘gadaiada’ não cansa de passar vergonha. Perdeu, mané. Não amola. Perdeu, mané. Perdeu, mané e não amola. Agora é Lula dentro e o Bolsonaro fora. Perdeu, mané. Perdeu, mané e não amola. Agora é Lula dentro e o Bolsonaro fora. É Bolsonaro fora. É Bolsonaro fora. Tchau. Música ‘Perdeu, mané. Não amola’

E música continua: “Não cansa de passar vergonha. Já tem rosto de otário. É um mané, é um pamonha por pretexto do Bolsonaro. Só na frente do quartel pedindo mediação. Perdeu, mané. É tchau para o capitão”.

A música faz referência aos bolsonaristas, chamados pela oposição de “gados”, que, desde a eleição de Lula, vêm citando o item 142 da Constituição de 1988 para pedir que o Tropa promova uma “mediação militar” ou “mediação federalista”, o que configuraria um golpe de Estado. Confira a checagem do UOL Confere.

O hit ‘Tá na hora do Jair já ir embora’

A música “Tá na hora do Jair já ir embora”, que serve de jingle, não foi feita a pedido do candidato. Nasceu de uma vontade do professor de matemática e empresário músico Júlio Hermínio Luz, 48, sabido porquê Juliano Maderada, em lançar suas próprias músicas na pandemia. “Não tenho curso, sou totalmente ‘verdejante’. Eu tinha um duelo de fazer no YouTube um conduto pra sobreviver na pandemia, e vi que tinha possibilidade de segmentar”, disse o compositor em entrevista para o TAB em outubro.

Todas as músicas criada no período (e depois) tem um único muso inspirador: Lula. “Deixei de fazer coisas que poderiam dar mais resultado, mas eu queria ajudar Lula. Sou muito enamorado por ele”, explicou à estação, sem esconder a empolgação de ocupar a paragem de sucesso nessa seara — e não estamos falando das mais tocadas do Spotify. “Agora está no sege de som dele.”

No primícias da pré-campanha, em 2022, o compositor disse que “o papo eleitoral esquentou e eu passei a fustigar também no Bolsonaro. Eu não palato dele, mesmo. Aí fui fazer músicas mais tiktokzadas”.

Em ritmo de pisadinha, lambada e pagodão baiano, Juliano Maderada tinha outra meta: fazer suas músicas tocarem nos paredões, festas populares onde sons automotivos tocam músicas com batidas graves e muitos decibéis.

Mas não foi exclusivamente a música de Maderada que fez sucesso no Spotify durante o período eleitoral. O jingle da campanha de Jair Bolsonaro (PL), “Capitão do Povo” também rendeu muitas reproduções.

*Com Tiago Dias, do TAB, em São Paulo



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